Novas imagens de Plutão pela New Horizons

Olá,

De forma extraordinária, vou deixar aqui novas imagens geradas pela New Horizons, do planeta Plutão, pois vale muito à pena ver (clique nas imagens para ampliar, você verá muitos detalhes):

Esta perspetiva sintética de Plutão, baseada nas mais recentes imagens de alta-resolução enviadas pela sonda New Horizons, mostra o que veríamos a aproximadamente 1800 km da área equatorial de Plutão, na direção nordeste da região escura e craterada chamada Cthulhu Regio e da extensão de planícies geladas, brilhantes e lisas informalmente denominada Sputnik Planum. Esta extensão de terreno mede 1800 km de largura. As imagens foram obtidas no dia 14 de julho quando a sonda passava a 80.000 quilómetros de Plutão. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta perspetiva sintética de Plutão, baseada nas mais recentes imagens de alta-resolução enviadas pela sonda New Horizons, mostra o que veríamos a aproximadamente 1800 km da área equatorial de Plutão, na direção nordeste da região escura e craterada chamada Cthulhu Regio e da extensão de planícies geladas, brilhantes e lisas informalmente denominada Sputnik Planum. Esta extensão de terreno mede 1800 km de largura. As imagens foram obtidas no dia 14 de julho quando a sonda passava a 80.000 quilómetros de Plutão.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)

 

Mosaico de imagens de alta-resolução de Plutão, enviadas pela sonda New Horizons entre os dias 5 e 7 de setembro. A imagem é dominada pela planície gelada Sputnik Planum, a região lisa e brilhante no centro. A imagem também mostra uma tremenda variedade de outras paisagens em redor de Sputnik. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho, e o mosaico cobre uma região com 1600 km de largura. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Mosaico de imagens de alta-resolução de Plutão, enviadas pela sonda New Horizons entre os dias 5 e 7 de setembro. A imagem é dominada pela planície gelada Sputnik Planum, a região lisa e brilhante no centro. A imagem também mostra uma tremenda variedade de outras paisagens em redor de Sputnik. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho, e o mosaico cobre uma região com 1600 km de largura. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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No centro desta imagem que cobre 470 km da superfície de Plutão, é visível uma grande região de terreno quebrado e misturado na fronteira noroeste da vasta planície gelada informalmente denominada Sputnik Planum, para a direita. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
No centro desta imagem que cobre 470 km da superfície de Plutão, é visível uma grande região de terreno quebrado e misturado na fronteira noroeste da vasta planície gelada informalmente denominada Sputnik Planum, para a direita. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Esta imagem cobre 350 km da superfície de Plutão e ilustra a incrível diversidade de refletividades superficiais e terrenos geológicos do planeta anão. A imagem inclui terreno antigo, escuro e altamente craterado; terreno jovem, brilhante e liso; montanhas; e um campo enigmático de cristas alinhadas e escuras que se parecem com dunas; a sua origem ainda está em debate. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. A imagem foi capturada quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem cobre 350 km da superfície de Plutão e ilustra a incrível diversidade de refletividades superficiais e terrenos geológicos do planeta anão. A imagem inclui terreno antigo, escuro e altamente craterado; terreno jovem, brilhante e liso; montanhas; e um campo enigmático de cristas alinhadas e escuras que se parecem com dunas; a sua origem ainda está em debate. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. A imagem foi capturada quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Esta imagem da maior lua de Plutão, Caronte, foi capturada 10 horas antes da maior aproximação da New Horizons a Plutão, a uma distância de 470.000 km, e é uma versão de muito mais alta qualidade da imagem de Caronte divulgada no dia 15 de julho. Caronte, que mede 1200 km em diâmetro, apresenta uma história geológicas surpreendentemente complexa, incluindo fracturas tectónicas; planícies fraturadas e relativamente lisas no canto inferior direito; várias montanhas enigmáticas cercadas por características de terreno afundado no lado direito; e regiões altamente crateradas nas secções central e superior esquerda do disco. Existem também padrões complexos de refletividade na superfície de Caronte, incluindo raios brilhantes e escuros de crateras, e a bem visível região polar norte escura no topo da imagem. As características visíveis mais pequenas medem 4,6 km em tamanho. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem da maior lua de Plutão, Caronte, foi capturada 10 horas antes da maior aproximação da New Horizons a Plutão, a uma distância de 470.000 km, e é uma versão de muito mais alta qualidade da imagem de Caronte divulgada no dia 15 de julho. Caronte, que mede 1200 km em diâmetro, apresenta uma história geológicas surpreendentemente complexa, incluindo fracturas tectónicas; planícies fraturadas e relativamente lisas no canto inferior direito; várias montanhas enigmáticas cercadas por características de terreno afundado no lado direito; e regiões altamente crateradas nas secções central e superior esquerda do disco. Existem também padrões complexos de refletividade na superfície de Caronte, incluindo raios brilhantes e escuros de crateras, e a bem visível região polar norte escura no topo da imagem. As características visíveis mais pequenas medem 4,6 km em tamanho.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Esta imagem de Plutão obtida pela sonda New Horizons, processada de duas maneiras diferentes, mostra como a neblina atmosférica do planeta anão produz um crepúsculo que ilumina levemente a superfície antes do nascer-do-Sol e depois do pôr-do-Sol, permitindo com que as câmaras da sonda observem detalhes nas regiões noturnas que, caso contrário, seriam invisíveis. A versão do lado direito tem um brilho exagerado para realçar detalhes da topografia iluminada pela neblina para lá do terminador de Plutão, que é a linha que separa o dia da noite. A imagem foi obtida quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 quilómetros. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem de Plutão obtida pela sonda New Horizons, processada de duas maneiras diferentes, mostra como a neblina atmosférica do planeta anão produz um crepúsculo que ilumina levemente a superfície antes do nascer-do-Sol e depois do pôr-do-Sol, permitindo com que as câmaras da sonda observem detalhes nas regiões noturnas que, caso contrário, seriam invisíveis. A versão do lado direito tem um brilho exagerado para realçar detalhes da topografia iluminada pela neblina para lá do terminador de Plutão, que é a linha que separa o dia da noite. A imagem foi obtida quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 quilómetros.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Duas versões diferentes de uma imagem das camadas atmosféricas de Plutão, obtida pela New Horizons quando olhou de volta para o lado noturno de Plutão quase 16 horas depois da maior aproximação, a uma distância de 770.000 quilómetros e com um ângulo de fase de 166 graus. O norte de Plutão está no topo e o Sol ilumina Plutão a partir de cima e à direita. Estas imagens são de muito melhor qualidade em relação às comprimidas digitalmente e enviadas pouco tempo depois do "flyby" de dia 14 de julho, e permitem ver muitos mais detalhes. A versão da esquerda tem apenas algum processamento, enquanto a versão da direita foi especialmente processada para revelar um grande número de camadas atmosféricas. Na versão da esquerda são visíveis, através da neblina, alguns detalhes da superfície perto do fino crescente iluminado, para cima e para a direita do disco de Plutão, e algumas listras paralelas e subtis na neblina podem ser raios crepusculares - sombras provocadas pela topografia,como montanhas em Plutão, parecidos aos raios às vezes vistos no céu após o Sol se pôr atrás das montanhas da Terra. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Duas versões diferentes de uma imagem das camadas atmosféricas de Plutão, obtida pela New Horizons quando olhou de volta para o lado noturno de Plutão quase 16 horas depois da maior aproximação, a uma distância de 770.000 quilómetros e com um ângulo de fase de 166 graus. O norte de Plutão está no topo e o Sol ilumina Plutão a partir de cima e à direita. Estas imagens são de muito melhor qualidade em relação às comprimidas digitalmente e enviadas pouco tempo depois do “flyby” de dia 14 de julho, e permitem ver muitos mais detalhes. A versão da esquerda tem apenas algum processamento, enquanto a versão da direita foi especialmente processada para revelar um grande número de camadas atmosféricas. Na versão da esquerda são visíveis, através da neblina, alguns detalhes da superfície perto do fino crescente iluminado, para cima e para a direita do disco de Plutão, e algumas listras paralelas e subtis na neblina podem ser raios crepusculares – sombras provocadas pela topografia,como montanhas em Plutão, parecidos aos raios às vezes vistos no céu após o Sol se pôr atrás das montanhas da Terra.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Fontes:

  • NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
  • Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.

Até a próxima,

Edinaldo Oliveira

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