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Estou vivo…!!! Avisos e explicações

Olá!

Depois de um longo hiato sem postagens novas, venho aqui informar que não abandonei o blog.

Por uma questão de tempo (decidi empregar este recurso em outras causas) fiquei sem postar novos artigos, e diminuí a frequência de postagens nas redes sociais.

De qualquer forma, estou atento aos comentários, e sempre procuro responder os mesmos o mais breve possível. Aproveito a oportunidade para ratificar o que sempre digo no blog: tem dúvidas sobre astronomia geral? equipamentos? etc? Poste nos comentários, estou aqui para tentar ajudar.

Alguns devem ter percebido que o site Armazém do Telescópio, o qual considero a melhor loja de astronomia aqui no Brasil, encerrou suas atividas por tem indeterminado, por conta da crise financeira que passamos, assim, vários links distribuídos ao longos de diversos artigos não vão funcionar, de forma que tentarei ajustar isto no blog.

Alguns outros vão passar por uma revisão, em vista de algumas mudanças recentes (principalmente em relação aos valores).

Lembro que continuo receptivo em relação à parceria para publicação de conteúdo…já tenho algumas propostas para o futuro.

Aproveito ainda para pedir que divulguem o blog.

É isto…

Qualquer sugestão/crítica, podem deixar no comentário desta postagem.

Abraço!

Edinaldo Oliveira

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Qual o real formato do planeta Terra?

Olá,

Em meio à grande notícia de ontem (A detecção das ondas gravitacionais, conforme previsto por Einstein há 100 anos e publicado no LIGO – comunicado de imprensa ), gostaria de de ratificar um assunto que parece ainda criar complicações (principalmente nas mentes complicadas), acerca do formato do nosso planeta Terra. Não vou nem entrar no mérito dos que discutem se a Terra é plana ou não, pois este assunto já foi debatido em outro artigo (e dói bastante pensar que algumas criaturas ainda discutem isto, em pleno esplendor da ciência, cujo feito se assemelha ao apontamento de Galileu, com sua luneta, para o céu, espaço e todo um cosmo.

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Inicialmente, vou destacar parte de um capítulo do Módulo 01 do curso de cosmologia do ON, conforme coloco aqui: “Conhecer o tamanho e a forma do nosso planeta era vital para o desenvolvimento da astronomia. O primeiro vestígio de que a Terra não era plana veio dos navegadores. Em terra firme, as irregularidades da superfície mascaram a curvatura da Terra. No entanto, em alto-mar, quando este está bem calmo, esta curvatura é perfeitamente notada ao vermos que um navio que se afasta misteriosamente desaparece abaixo do nível do mar no horizonte distante.
Mas isto poderia nos levar a imaginar que a Terra tem a forma de um cilindro. No entanto, este fenômeno ocorre em todas as direções, o que nos faz supor que a Terra é redonda. […] Mesmo assim os antigos ainda podiam argumentar que somente uma parte pequena da Terra havia sido explorada e, portanto, somente esta parte seria esférica. As partes remotas poderiam ter outra forma.
Hoje, ninguém mais pode ter dúvidas sobre a forma da Terra. Ela não é
perfeitamente esférica uma vez que o diâmetro de um pólo ao outro é 42 quilômetros
menor do que o diâmetro no equador. No entanto, é errado dizer que a Terra tem a forma de uma tangerina. O diâmetro da Terra no equador é de cerca de 6500 quilômetros e a diferença de 42 quilômetros não significa muita coisa a não ser que a Terra é muito menos achatada do que qualquer tangerina ou parente dela.
As medições mais recentes, bastante precisas e delicadas feitas principalmente por satélites artificiais, mostram que o nosso planeta tem uma forma que se assemelha, muito ligeiramente, a uma pêra. Mas, cuidado ao afirmar isto. A Terra não tem a forma de uma pêra! Se quiser ser técnico, diga que a Terra tem a forma de um esferóide oblatado.
É importante lembrar que o conhecimento de que a Terra era redonda não foi perdido nos séculos seguintes. Assim, nem Vasco da Gama, nem Cristóvão Colombo, nem Pedro Álvares Cabral, nem qualquer outros dos grandes navegadores ou qualquer dos seus contemporâneos com cultura, tinham medo de cair da borda da Terra durante suas viagens para o oeste na tentativa de achar um caminho marítimo para as Índias.”

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NASA libera acervo de 8.400 fotos do projeto Apollo

ATUALIZAÇÃO!!! Na verdade foi um fã que reuniu as fotos e criou as comunidades. As primeiras notícias que tinha visto davam a entender que tinha sido a própria NASA…vejam aqui: “Agora, um fã dessa incrível aventura humana, Kipp Teague, reuniu todas as fotos arquivadas do projeto Apollo numa página do Flickr. O Project Apollo Archive, iniciativa que Teague tem conduzido desde 1999, é o repositório definitivo para quem quer admirar essas incríveis imagens (ou simplesmente procurar pelo em casca de ovo nelas). São quase 9.000 fotos ao todo, a maioria delas sem qualquer tipo de processamento — apenas o escaneamento bruto em 1.800 dpi feito pelo Centro Espacial Johnson, da Nasa, em 2005.” – Fonte: Mensageiro Sideral

Olá,

Recentemente a NASA liberou um grande acervo de fotos do projeto Apollo (foram 8.400 fotos). Para tanto, organizaram uma comunidade no facebook e no Flickr, e recomendo bastante que vejam as fotos, são demais!!

Álbum do Flickr: https://www.flickr.com/photos/projectapolloarchive/albums

Página facebook: https://www.facebook.com/apolloarchive

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Aproveitem!!!

Edinaldo Oliveira

Eclipse lunar de 27 para 28 de setembro de 2015

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A partir das 22h do dia 27 de setembro até as 01h30min da madrugada do dia 28 de setembro, a Lua estará passando pela parte mais escura da sombra da Terra, o que reduzirá drasticamente o brilho da Lua Cheia, que ganhará uma cor avermelhada cuja tonalidade é dependente das condições da atmosfera terrestre no momento do eclipse. O Brasil será um dos melhores locais do mundo para Observação do fenômeno, que é visível em todos os locais do globo onde a Lua estiver acima do horizonte. A área central branca da figura acima indica as regiões do globo que poderão acompanhar o eclipse desde o seu começo até o final. – Fonte USP

Veja mais detalhes:

elt-27a28-09-2015-fig-01

O tempo de totalidade em que a Lua fica dentro da umbra terá uma duração de 01h11min55s, são será um eclipse do tipo central pois a Lua não passa pelo centro da Umbra.

Os intervalos da totalidade correspondem a:

  • U2: 27/09/2015 às 23h11min10s (início da totalidade)
  • Máximo do Eclipse: 27/09/2015 às 23h47min07.5s
  • U3: 28/09/2015 às 00h23min05s (final da Totalidade)

Outros contatos de interesse das circunstâncias do eclipse correspondem a:

  • P1: 27/09/2015 às 21h11min47s (início da fase penumbral – Início do eclipse)
  • U1: 27/09/2015 às 22h07min11s ( início da fase parcial umbral do eclipse – entrada)

Início da Totalidade: (27/9 – 23:11:10 Horário de Brasília)
Meio da Totalidade; (27/9 – 23:47:07 Horário de Brasília)

  • U4: 28/09/2015 às 01h27min03s (fim da fase parcial umbral do eclipse – saída)
  • P4: 28/09/2015 às 02h22min27s (fim da fase penumbral – término do eclipse)

Veja o vídeo e entenda melhor como ocorrerá este eclipse:

O Eclipse Lunar Total da noite de 27/09 será visível totalmente de qualquer parte do Brasil. Se na sua região estiver nublado o grupo Astronomia ao Vivo fará transmissão do evento, durante a transmissão o grupo debate o fenômeno e trás várias informações sobre eclipses.

Boa sorte!

Edinaldo Oliveira

Novas imagens de Plutão pela New Horizons

Olá,

De forma extraordinária, vou deixar aqui novas imagens geradas pela New Horizons, do planeta Plutão, pois vale muito à pena ver (clique nas imagens para ampliar, você verá muitos detalhes):

Esta perspetiva sintética de Plutão, baseada nas mais recentes imagens de alta-resolução enviadas pela sonda New Horizons, mostra o que veríamos a aproximadamente 1800 km da área equatorial de Plutão, na direção nordeste da região escura e craterada chamada Cthulhu Regio e da extensão de planícies geladas, brilhantes e lisas informalmente denominada Sputnik Planum. Esta extensão de terreno mede 1800 km de largura. As imagens foram obtidas no dia 14 de julho quando a sonda passava a 80.000 quilómetros de Plutão. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta perspetiva sintética de Plutão, baseada nas mais recentes imagens de alta-resolução enviadas pela sonda New Horizons, mostra o que veríamos a aproximadamente 1800 km da área equatorial de Plutão, na direção nordeste da região escura e craterada chamada Cthulhu Regio e da extensão de planícies geladas, brilhantes e lisas informalmente denominada Sputnik Planum. Esta extensão de terreno mede 1800 km de largura. As imagens foram obtidas no dia 14 de julho quando a sonda passava a 80.000 quilómetros de Plutão.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)

 

Mosaico de imagens de alta-resolução de Plutão, enviadas pela sonda New Horizons entre os dias 5 e 7 de setembro. A imagem é dominada pela planície gelada Sputnik Planum, a região lisa e brilhante no centro. A imagem também mostra uma tremenda variedade de outras paisagens em redor de Sputnik. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho, e o mosaico cobre uma região com 1600 km de largura. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Mosaico de imagens de alta-resolução de Plutão, enviadas pela sonda New Horizons entre os dias 5 e 7 de setembro. A imagem é dominada pela planície gelada Sputnik Planum, a região lisa e brilhante no centro. A imagem também mostra uma tremenda variedade de outras paisagens em redor de Sputnik. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho, e o mosaico cobre uma região com 1600 km de largura. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
No centro desta imagem que cobre 470 km da superfície de Plutão, é visível uma grande região de terreno quebrado e misturado na fronteira noroeste da vasta planície gelada informalmente denominada Sputnik Planum, para a direita. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
No centro desta imagem que cobre 470 km da superfície de Plutão, é visível uma grande região de terreno quebrado e misturado na fronteira noroeste da vasta planície gelada informalmente denominada Sputnik Planum, para a direita. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. As imagens foram capturadas quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Esta imagem cobre 350 km da superfície de Plutão e ilustra a incrível diversidade de refletividades superficiais e terrenos geológicos do planeta anão. A imagem inclui terreno antigo, escuro e altamente craterado; terreno jovem, brilhante e liso; montanhas; e um campo enigmático de cristas alinhadas e escuras que se parecem com dunas; a sua origem ainda está em debate. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. A imagem foi capturada quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem cobre 350 km da superfície de Plutão e ilustra a incrível diversidade de refletividades superficiais e terrenos geológicos do planeta anão. A imagem inclui terreno antigo, escuro e altamente craterado; terreno jovem, brilhante e liso; montanhas; e um campo enigmático de cristas alinhadas e escuras que se parecem com dunas; a sua origem ainda está em debate. As características visíveis mais pequenas medem 0,8 km em tamanho. A imagem foi capturada quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 km.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem da maior lua de Plutão, Caronte, foi capturada 10 horas antes da maior aproximação da New Horizons a Plutão, a uma distância de 470.000 km, e é uma versão de muito mais alta qualidade da imagem de Caronte divulgada no dia 15 de julho. Caronte, que mede 1200 km em diâmetro, apresenta uma história geológicas surpreendentemente complexa, incluindo fracturas tectónicas; planícies fraturadas e relativamente lisas no canto inferior direito; várias montanhas enigmáticas cercadas por características de terreno afundado no lado direito; e regiões altamente crateradas nas secções central e superior esquerda do disco. Existem também padrões complexos de refletividade na superfície de Caronte, incluindo raios brilhantes e escuros de crateras, e a bem visível região polar norte escura no topo da imagem. As características visíveis mais pequenas medem 4,6 km em tamanho. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem da maior lua de Plutão, Caronte, foi capturada 10 horas antes da maior aproximação da New Horizons a Plutão, a uma distância de 470.000 km, e é uma versão de muito mais alta qualidade da imagem de Caronte divulgada no dia 15 de julho. Caronte, que mede 1200 km em diâmetro, apresenta uma história geológicas surpreendentemente complexa, incluindo fracturas tectónicas; planícies fraturadas e relativamente lisas no canto inferior direito; várias montanhas enigmáticas cercadas por características de terreno afundado no lado direito; e regiões altamente crateradas nas secções central e superior esquerda do disco. Existem também padrões complexos de refletividade na superfície de Caronte, incluindo raios brilhantes e escuros de crateras, e a bem visível região polar norte escura no topo da imagem. As características visíveis mais pequenas medem 4,6 km em tamanho.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem de Plutão obtida pela sonda New Horizons, processada de duas maneiras diferentes, mostra como a neblina atmosférica do planeta anão produz um crepúsculo que ilumina levemente a superfície antes do nascer-do-Sol e depois do pôr-do-Sol, permitindo com que as câmaras da sonda observem detalhes nas regiões noturnas que, caso contrário, seriam invisíveis. A versão do lado direito tem um brilho exagerado para realçar detalhes da topografia iluminada pela neblina para lá do terminador de Plutão, que é a linha que separa o dia da noite. A imagem foi obtida quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 quilómetros. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Esta imagem de Plutão obtida pela sonda New Horizons, processada de duas maneiras diferentes, mostra como a neblina atmosférica do planeta anão produz um crepúsculo que ilumina levemente a superfície antes do nascer-do-Sol e depois do pôr-do-Sol, permitindo com que as câmaras da sonda observem detalhes nas regiões noturnas que, caso contrário, seriam invisíveis. A versão do lado direito tem um brilho exagerado para realçar detalhes da topografia iluminada pela neblina para lá do terminador de Plutão, que é a linha que separa o dia da noite. A imagem foi obtida quando a New Horizons passou por Plutão no dia 14 de julho, a uma distância de 80.000 quilómetros.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
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Duas versões diferentes de uma imagem das camadas atmosféricas de Plutão, obtida pela New Horizons quando olhou de volta para o lado noturno de Plutão quase 16 horas depois da maior aproximação, a uma distância de 770.000 quilómetros e com um ângulo de fase de 166 graus. O norte de Plutão está no topo e o Sol ilumina Plutão a partir de cima e à direita. Estas imagens são de muito melhor qualidade em relação às comprimidas digitalmente e enviadas pouco tempo depois do "flyby" de dia 14 de julho, e permitem ver muitos mais detalhes. A versão da esquerda tem apenas algum processamento, enquanto a versão da direita foi especialmente processada para revelar um grande número de camadas atmosféricas. Na versão da esquerda são visíveis, através da neblina, alguns detalhes da superfície perto do fino crescente iluminado, para cima e para a direita do disco de Plutão, e algumas listras paralelas e subtis na neblina podem ser raios crepusculares - sombras provocadas pela topografia,como montanhas em Plutão, parecidos aos raios às vezes vistos no céu após o Sol se pôr atrás das montanhas da Terra. Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI (clique na imagem para ver versão maior)
Duas versões diferentes de uma imagem das camadas atmosféricas de Plutão, obtida pela New Horizons quando olhou de volta para o lado noturno de Plutão quase 16 horas depois da maior aproximação, a uma distância de 770.000 quilómetros e com um ângulo de fase de 166 graus. O norte de Plutão está no topo e o Sol ilumina Plutão a partir de cima e à direita. Estas imagens são de muito melhor qualidade em relação às comprimidas digitalmente e enviadas pouco tempo depois do “flyby” de dia 14 de julho, e permitem ver muitos mais detalhes. A versão da esquerda tem apenas algum processamento, enquanto a versão da direita foi especialmente processada para revelar um grande número de camadas atmosféricas. Na versão da esquerda são visíveis, através da neblina, alguns detalhes da superfície perto do fino crescente iluminado, para cima e para a direita do disco de Plutão, e algumas listras paralelas e subtis na neblina podem ser raios crepusculares – sombras provocadas pela topografia,como montanhas em Plutão, parecidos aos raios às vezes vistos no céu após o Sol se pôr atrás das montanhas da Terra.
Crédito: NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)

Fontes:

  • NASA/Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins/SwRI
  • Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.

Até a próxima,

Edinaldo Oliveira